Mesmo com o pacote de 2012
para reduzir o custo da eletricidade, o Brasil ainda tem a 11.ª tarifa mais
elevada do mundo, mostra levantamento da Federação das Indústrias do Rio de
Janeiro (Firjan). O valor é 8,8% superior à média de uma lista de 28 países
selecionados pela entidade, que mantém uma espécie de “custômetro” da energia,
permanentemente atualizado. Antes das medidas adotadas pela presidente Dilma
Rousseff, o Brasil estava na quarta posição.

