Ranking
elaborado pela coluna sobre o quadro de finanças das 417 prefeituras baianas no
Tribunal de Contas dos Municípios coloca Gongogi, como a grande campeã em
desaprovação, levando-se em conta os últimos 15 balanços anuais analisados pela
Corte. Entre 1998 e 2012, teve 14 contas reprovadas e uma, a de 2008, ainda não
julgada. No segundo lugar, com 13 reprovações, estão emboladas Araçás,
Queimadas e Nilo Peçanha. Pedrão, com 12, ocupa a terceira colocação, seguida
por Guaratinga (11) e Itabuna (10). Por outro lado, 36 não tiveram uma só
reprovação do tribunal no período - incluindo cidades mais conhecidas, como
Dias D'Ávila, Guanambi, Brumado, Mucugê, Pojuca, Luis Eduardo Magalhães, Madre
de Deus, Catu e Santo Antonio de Jesus. Contudo, a maior parte das aprovações
se deu com ressalvas. Em relação ao balanço de julgamentos do exercício de 2012
das 15 maiores cidades do interior do estado, nove delas tiveram as contas
reprovados pelo TCM em julgamentos este ano: Barreiras, Feira de Santana,
Itabuna, Jequié, Juazeiro, Teixeira de Freitas, Vitória da Conquista, Simões
filho, Eunápolis e Porto Seguro. Outras três - Alagoinhas, Lauro de Freitas e
Paulo Afonso - foram aprovadas pelo tribunal, mas com ressalvas. Duas
prefeituras, a de Camaçari e a de Ilhéus, ainda não tiveram as finanças do ano
passado analisadas pela Corte. Apesar das decisões contrárias do TCM, a maior
parte dos municípios escapa de punições severas - como a suspensão de repasses
de convênio federais - porque conseguem passar nas votações dos vereadores.
(Correio)





